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DESNECESSÁRIO

17 jan

Cena: São Paulo, janeiro de 2014. Adriana entra no Clube Melissa do Shopping Eldorado para trocar um presente de Natal comprado em numeração equivocada. A sacola tem inclusive o cartão do Clube Melissa do Shopping Bourbon grampeado.

– Oi, moça. Por favor, queria trocar essa Melissa.
– Deixa eu ver.
A moça abre a caixa e olha. Faz uma cara meio feia. Daí olha a tampa. A cara fica menos feia.
– Olha, moça. A tampa não foi carimbada, não tenho como fazer a troca.
– Mas poxa, a sacola tem o cartão de onde foi comprado, direitinho. Não quero outro modelo, só quero trocar o tamanho.
– Não temos mais esse modelo, sinto muito.
E ao inves de me devolver a sacola e fim, ela ainda teve a pachorra de acrescentar.
– Mas ó, esse modelo estava na liquidação e acabou faz tempo. Isso pode acontecer com as peças de liquidação. Se é para dar para presente, as pessoas deveriam gastar um pouco mais para não acontecer essas coisas.
– …

Gente, o atendimento do Clube Melissa é assim mesmo?
Um dia que passei lá para ver um modelo que uma leitora tinha me comentado, a vendedora simplesmente optou por não me atender e ir conversar com a caixa. Quem vai insistir? Acabei indo embora sem experimentar o sapato.
Agora essa. A vendedora que resolveu dar palpite de como as pessoas devem presentear uma às outras.

Que ela não pudesse/quisesse trocar sem o carimbo na tampa da caixa, eu até entendo.
Mas essa grosseria, esse negócio de se permitir dar palpite nesse nível de interferência não solicitada, é demais para a minha cabeça. Ainda bem que a Melissa não tá nem aí com a forma com a qual as consumidoras são tratadas, dessa forma as pessoas incompetentes ainda têm chance de ter um emprego.
NUNCA MAIS entro nessa loja. Podem escrever.

PS: Sim, não compro mais Melissa faz mais de ano. Mas nem todo mundo da minha família percebeu que já desapeguei desse troço faz tempo.

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AS MELISSAS DO SUDESTE

31 jan

Não quero mais morar em São Paulo, gente…

melissa_sudeste

Na verdade, não quero morar em nenhum Estado do Sudeste.
Esse post do blog da Melissa era para agradar quem?

O pior são as descrições do post:

sennevilleRio de Janeiro: só lamento.  Essa parte do “une modernidade a um je ne sais quoi moderno e charmoso, como a alma carioca” parece discurso de eliminação do BBB by Pedro Bial. É “inteligente”, é “moderno” (aliás, quanta modernidade em uma só frase) mas não faz sentido nenhum. Pelo menos a Melissa não tentou fazer uma homenagem ao Niemeyer e às curvas da mulher brasileira. Falando sério: essa sandália é feia, pesada e fechada demais para ser a cara do Rio.

gradient
Espírito Santo: “sensualidade e versatilidade”? Onde isso? Só consigo enxergar aí um mocassim Samello wannabe com uma plataforma laranja, um color blocking super tendênssya, que de versátil não tem nada. Para mim, versatilidade tem a ver com facilidade e viabilidade de uso, e uma Melissa dessas só serve para descer até o chão de sainha branca.

 incense

Minas Gerais: não agrega todo o espírito carinhoso, delicado e lindo dos mineiros. Daí na descrição do modelo no próprio site da Melissa aparece que a Incense é o modelo fuckinpower deuso impact talent e talz. Nem tanto ao céu, nem tanto à terra, né? É um scarpin com asas recolhidas que tentou acertar no hype e acertou no WTF. Não vou nem comentar sobre o carinho (oi?) e a lindeza do modelo, mas a delicadeza mandou lembranças com força.

no 1 Pedro LourençoSão Paulo: que cidade é essa que “ama sertanejo e é sedento por moda e novidades”? Jesus! A Melissa é cada de pau demais, fala em novidades e elege como modelo símbolo essa tal de no. 1, que mais parece o Scarfun Heel (ou Hell) do Herchcovitch com duas fileiras de botõezinhos. Francamente…

Scarfun HeelScarfun Heel: Qualquer semelhança… 

MELISSA X AREZZO

23 abr

Bom, como todas as lindas já devem ter percebido, estou numa cruzada a favor de minha sanidade mental rehab melissal diminuir a quantidade de Melissas no meu sapateiro.

Um dos passos mais recentes foi a compra de uma sapatilha da Arezzo, que vai tomar o lugar da Bamboo quando eu quiser usar sapatinhos baixinhos e nude. Daí que, como ando mais didática do que nunca, fui fuçar o site da Arezzo para ver se eu encontrava uma fotinha da dita e me deparei com esse slipper aí embaixo


E que me lembrou violentamente esse modelito aí embaixo, a Virtue:
O da Melissa custa R$ 119,90 e o da Arezzo, R$ 139,90.
Posso falar?

Nem achei o preço da Arezzo tão caro. Acho que a Melissa andou inflacionamento tanto os preços dela que até o preços dessas marcas ficaram razoáveis.

PS: Isto NÃO é um publieditorial.

MUDAR O NOME?

10 fev

Também vou mudar o nome do blog.

Aliás, vou criar um tumblr.
501 motivos para execrar o Marketing da Melissa
(Gente, é só uma piadinha, tá?)

Por que, né?
Como estava comentando nos comentários, minha tristeza com a marca começou quando eu deixei de ver só os sapatos e comecei a ver a marca.
No final, ter blog de Melissa é uma merda mesmo. Quem entra nessa para conseguir vantagens da Melissa só ganha esmolinhas, quem entra para falar da “paixão” acaba entrando em contato com a marca e no final o broxismo acaba contaminando os sapatos…

LAST UPDATE: 2011

10 fev
Há algumas semanas tenho tentado voltar a me atualizar a respeito do mundo melissístico.
Sim, eu sou desse tipo.
E uma das coisas que estavam me intrigando era a tal da Aranha Zaxy.
Como assim?
Sei que isso já deve ter sido bem falado por aí, mas como eu fui abduzida por extraterrestres de pernas fininhas fiquei ausente do mundo, hoje que cheguei ao trabalho megacedo, resolvi dar uma espiadinha no site da Zaxy e ei-la, bem como algumas respostas para certas dúvidas que eu tinha.
Como assim, essa profusão de Aranhas?
E essas Hoops com medalhas estranhas e laços toscos?
De onde tá vindo esse circo de horror?
Isso me remete à ideia do dog-eat-dog, aquela coisa de que as pessoas têm de agir sem escrúpulos para se dar bem. Já que as sandalinhas de plástico vão ser pirateadas mesmo, por que não ceder os modelos para a marca-irmã comercializá-los com outro nome e valor bem inferior?
Por que permitir que o tio Chen venda a Aranha-ching-ling se posso permitir que a Zaxy venda a Aranha com outro nome e preço parecido?
No final, a gente desprestigia a Aranha, mas traz para o bolso da Grendene o dindim que serviria para alimentar algumas famílias chinesas… (Gentiz, sério, se eu sou mãe da Melissa e minha irmã quer orkutizar um dos meus ícones, eu bato o pé até morrer)
Mais uma delícia (ofensa, oi?) que só os gênios do Marketing conseguem oferecer para as melisseiras.

SERÁ?

9 fev

Para a Melissa soltar um comunicado desses, a coisa foi um tsunami de cocô feia!

Momento de-lí-cia para assistir tudo de camarote.
Gente que decide mas muda de ideia.
ADORO.
Agora, dá para demitir a equipe de Marketing djá?

O TAL DO MARKETING

8 fev

Quando vi que duas meninas do F*Hits tinham sido convidadas pela Melissa para fazer a abertura da Galeria Melissa em NY, logo imaginei que causaria pelo menos um mau estarzinho.

Bom, quem me acompanha aqui já sabe como eu adoro o Marketing da Melissa. Como acho correto a forma como eles conduzem o relacionamento. A competência. O respeitoZZZZZzzzZZZZz. Mas de uma coisa não se pode acusá-los: de serem incoerentes.
Pohan!
Se eles contam com escravas condicionadas melisseiras fiéis postando sobre as mil e uma vantagens de um sapato de plástico fubazento ecologicamente correto, cheio de design, graça e beleza, representando a mulher brasileira (piada interna), para que investir nelas? Elas JÁ FALAM SOBRE MELISSA E DÃO MORAL PARA A MARCA! Daí em quem você vai focar? EM QUEM NÃO FALA SOBRE MELISSA E QUE ATINGE UM PÚBLICO MAIOR! É óbvio: as melisseiras já foram adestradas, então foco em quem não conhece a marca. E por meio de quem vamos atingir quem não conhece a marca? Por meio das blogueiras que arrotam regras ditam tendências.
Desde sempre as melisseiras sempre foram alimentadas com esmolinhas e estava até então tudo OK. Mas por que vou oferecer o caviar se minhas melisseirinhas se contentam com o tremoço?