Arquivo | Melissando visita RSS feed for this section

GORDICES EM SÃO PAULO – PARTE 7

9 jan

mori03

Esse ano, tivemos muitas – MUITAS – comemorações de fim de ano e minha mãe decidiu que não queria mais cozinhar. Pra falar a verdade, achei BEM justo, tadinha, ela cozinhou tanto – e tão bem – ano passado que ela realmente merecia o descanso.

Como boa família de japas, ficamos aguados quando minha cunhada confidenciou que estava aguada para comer comidinha japa, então meu irmão se encarregou de fazer a reserva no MORI SUSHI. Aqui cabem DOIS esclarecimentos: 1) NÃO somos proprietários desse restaurante.; 2) Também NÃO somos proprietários da Natação Mori. 🙂
mori01

O jantar estava marcado para as 20h15 (horários quebrados, trabalhamos com isso) mas como meu marido teve de atender uma emergência, chegamos lá às 21h. O lugar estava lotado, as pessoas mal cabiam na área de espera, um barulho infernal, mas como o resto da família era pontual, estavam todos sentadinhos, comendo as entradas. Na recepção, disseram que estavam em uma mesa no andar superior, que é basicamente um labirinto. Sim, o restaurante é grande mas não, não foi pensado para pessoas conversarem. Mesmo com meu marido, que estava sentado na minha frente, estava difícil conversar.

Então, o restaurante serve todas aquelas entradas que eu acho OK, mas não sou das maiores consumidoras, nem quando estou com fome. As coisas que comi não chamaram muito minha atenção.

mori02

Então vamos falar do quer interessa: o peixe. Sou fã, especialmente, de atum e de salmão. Não gosto de peixe branco magro, tipo tilápia, mas gosto daquela gordurosidade chamada prego.

mori03

Os peixes do Mori estavam bons. Ótimos. Excelentes.
Gostoso, com textura firme mas sem ser duro, cortado em fatias grossas (adoro!). Os sushis também estavam bons, uma boa variedade e sem pobreza. Assim: ODEIO restaurante que faz o bolinho de arroz gigante e coloca uma fatiazinha de peixe sem graça em cima. Não é este caso.

mori04

A sobremesa, inclusa no preço do rodízio, era uma bola de sorvete Haagen Dasz. Ponto para o Mori Sushi. MAS é um restaurante no qual não pretendo voltar tão cedo. Entendo que comida japonesa de qualidade custe caro – e meu problema não foi a qualidade, estava tudo muito delícia mesmo – , mas não a bagatela de R$ 120 por pessoa. E eu tomei só uma coca zero, e meu marido uma cerveja e uma coca. Não foi muito diferente do que o restante da mesa bebeu. Há restaurantes tão bons quanto o Mori, com peixes tão frescos e bem cortados, que eu e meu marido juntos pagamos R$ 150. É bom, mas para mim é caro.

SERVIÇO
Mori Sushi
R. da Consolação, 3610
Jardins
São Paulo/SP
Tel: (11) 3898-2877

DON’T BELIEVE THE HYPE

7 out

Quem nunca comprou nada influenciado por um blog de beleza e/ou moda que atire a primeira pedra.
Cai vááááááárias vezes nas “dicas dazamiguë” e terminei investindo dinheiro em produtos que realmente não tinham nada a ver com meu perfil, com as minhas características ou estilo de vida (creme Mariana, te dedico).
Esse fim de semana quase caí em mais uma cilada – quer dizer, não chegou a ser uma cilada, mas se eu tivesse acreditado nos blogs, teria feito uma compra gigante pela internet e depois ficaria bem frustrada.

beauty box

Como geral falou BEM dos produtos da The Beauty Box, aliado ao fato de estar curtindo produtos com uma pegada mais cítrica (fresquinha), achei que seria por bem testar a linha Quintal de Mandarinas da marca.
Poxa, todos falando tão bem de todos os produtos, preciso testar essa riqueza toda, né?
Descobri que aqui perto (Shopping Granja Vianna) tem uma loja física da The Beauty Box e me abalei para lá com o objetivo de:

1) Conhecer a loja que, pelas fotos, parece uma graça!
2) Dar PT no meu cartão Ver as marcas e eventualmente me apaixonar por uma porrada de coisas um ou outro item.
3) Comprar um pincel Duo Fiber, que é para isso que vivo.
4) Conhecer e levar para casa TODA a linha do Quintal de Mandarinas (menos hidratante corporal que é algo que não preciso mais nessa vida)

beauty box 2
beauty box 1Claro que esqueci o celular em casa, mas a loja da Granja Viana é bem parecida (essa, acho que é a da Moóca). Fotos: Divulgação.

Bom, quem já foi ou quem já viu fotos deve ter percebido que a loja realmente é uma graça.
A programação visual, as prateleiras, a distribuição dos produtos, tudo é bem fofo e o nome O Boticário por trás realmente faz diferença, tipo, nunca vi essa marca mas já quero comprar uma linha completa deles. #souconsumista.
Entrei na loja e já fui atrás dos produtos da tal linha Quintal de Mandarinas… 🙂

QuintalNhui… Foto: Carolina Romanini

Não estava tudo assim, juntinho.
Na verdade, tava tudo separadinho por categoria de produtos.
Aqui preciso falar outra coisa.
Loja com pia, onde dá para testar o produto na real, é bem bacana!
E preciso falar, a vendedora que me atendeu foi um amor, desde me apresentar os produtos, aceitar que não foram feitos para mim e me mostrar outras coisas que eu poderia gostar. A moça – que esqueci o nome – foi uma fofa, se voltar á loja, certo que tentarei ser atendida por ela de novo. 🙂

O primeiro que testei foi o sabonete líquido.
Depois que enxaguei, tive uma sensação bem desagradável.
Porra, parecia que eu tinha comido mexirica e o cheiro tinha ficado lá, imponente.
Daí fui para o esfoliante, que tem os grãos de bom tamanho, mas de novo o cheiro me incomodou. 😦
A cerejinha do bolo foi o creme para as mãos, que acabei tendo de lavar de tão forte.
Eu GOSTO mesmo de perfumes cítricos, mas o quintal de mandarinas tava real demais, não consegui lidar.

Como tinha gostado do esfoliante, testei também o de Bombom de Baunilha.
Achei o cheiro parecido com o meu esfoliante favorito, o Fun Milk – embora tenha a impressão desse ser mais doce e os grãos. um pouco menores.
Só que foi a moça tirar um pouco do pote e colocar na minha mão que meu nariz identificou a doçura no ar e me provocou uma crise de espirros (!) patética. Decidimos que era melhor enxaguar e tentar outras coisas.

A primeira sugestão dela foi o shampoo detox:

detoxEmbalagens liiiiiindas! ❤

Aqui, uma mega bola dentro: AMEI o cheirinho desse shampoo – sorbet de chá verde :)!
Ainda não testei, mas como o meu da EOS tá acabando, resolvi trazer para casa e deixar na reserva.
A grande tristeza vai ser que por cima do anti resíduos VAI TER de ter uma máscara, sem não rola, meu cabelo fica uma maçaroca 😦 e queria demais esse perfume no cabelo. Hei Beauty, que tal um spray perfumado com esse cheirinho? 🙂

Daí ela me falou sobre a linha para cabelos coloridos.
Bom, a única vez que me dei bem com produtos específicos para cabelos tingidos foi com a linha Brilliant Brunette, da John Frieda, que não consigo mais comprar por motivos de falta de dinheiro, então achei por bem testar também essa linha Rainbow.

rainbowChutney de framboesa! Dá até vontade de comer. 🙂

Trouxe para casa o shampoo e o condicionador, se der tudo certo, a máscara de tratamento também está na mira.

Se por um lado a vendedora foi prestativa e me ajudou a não sair de sacola vazia, uma coisa que impediu que eu fizesse a festa foi o desabastecimentoi da loja. Algumas prateleiras estavam vazias, tristinhas, macambúzias. Nem os espacinhos da Quem Disse Berenice, que também pertence ao Boticário, estavam preenchidos. Não sei se era aquela loja ou se é um caso generalizado, mas acho interessante a marca se preocupar com esse aspecto também. Os espaços vazios dão ar de devastação, abandono, tristeza. #drama
Um produto que teria vindo para casa se tivesse na loja era o tal do duo fiber… 😦

Tinha outros produtos que gostaria de comprar, o Bio Oil (por causa do hype, mas na hora me controlei) e uma pinça da Tweezerman (faz tempo que queria, como o planejado era dar perda total na loja, a pinça ia escorregar para dentro e ser dividida em 4 milhões de vezes no cartão), mas me segurei. Sei lá se haveria esse controle todo se tivesse me apaixonado pelas mandarinas…

Isto posto, tirei algumas lições

1) Don’t believe the hype, principalmente nos criados pelos blogs. E não dá para acreditar em blogueira que só fala bem de tudo, especialmente de alguns tudos que você já sabe que não é tudo isso.
2) Visitas às lojas físicas sempre valem a pena (na medida do possível, claro), pois além de experimentar o produto, dá para contar com vendedoras atenciosas que te apresentam produtos que talvez se adaptem à sua necessidade mas atrás dos quais não se foi porque não havia sido criado um hype (pelo menos não vi em relação às minhas compras) em torno deles.
3) Prateleiras recheadas = mais compras (por impulso, claro).
4) Hora de parar de visitar lojas e, sei lá, me dedicar mais à meditação.

PS: Aaaaah, comprei isso aqui também:

elasticosUm montão de elásticos para cabelo!

Sei que tem muito elástico para cabelo mais barato por aí, mas na loja, vi a bola no totem e tinha um elástico solto (acho que de demonstração, né?) e fiquei o tempo todo com ele na mão, testando a elasticidade.
Quase uma hora depois, o tal do elástico nem me deu bola (alguns que tenho, BEM mais baratos, deformam na primeira esticada), então achei que valeria a pena. Assim que testar, conto para vocês!